TRUCKS FLEET RENEWAL. A LONG OVERDUE PROGRAM

BRAZILIAN TRUCKS FLEET RENEWAL  

… a long overdue program

Fleet of 1.5 million trucks in Brazil. 300 thousand are aged above 20 years. A Fleet Renewal program is a social and political issue (as Dr. Antonio Dadalti used to say, ten years ago). If properly structured, it could rapidly lead to trucks industry above 250 thousand units per year. Trucks manufacturers installed in Brazil have capacity to assembly this volume. However, some points need to be analyzed with caution: What will be the destination of old trucks removed from the roads and streets? How to ensure the availability of financing with acceptable interest rates, for small and stand-alone trucks owners? The market of used trucks also needs funding availability. It is impossible to promote the sale of new trucks without offering a strong policy to the used trucks market. The owner of a 20 years old truck probably will buy a used truck from someone who will buy a new truck. The equation is complex and should be parsed as a whole. The Government needs courage and skills to implement a program as serious as this. But really, the establishment of a consistent program of fleet renewal is long overdue.
 

RENOVAÇÃO DA FROTA DE CAMINHÕES

… um programa muito atrasado.

 São mais de 1 milhão e 500 mil caminhões na frota circulante no Brasil. Aproximadamente 300 mil deles possuem mais de 20 anos de uso. Um programa de renovação da frota é uma questão social e política (como já dizia Mestre Antonio Dadalti, há 10 anos). Se o programa fosse bem estruturado, a industria de caminhões poderia chegar rapidamente a 250 mil veículos por ano. Mais empregos para toda a cadeia automotiva. As montadoras instaladas aqui possuem capacidade para atender a essa demanda. Contudo, alguns pontos importantes precisam ser observados: Qual o destino dos caminhões velhos retirados das ruas? Como garantir financiamento com taxas de juros aceitáveis para os autônomos? O mercado de caminhões usados requer disponibilidade de financiamento e recursos. É impossível que um programa de fomento a venda de caminhões novos funcione corretamente sem uma forte política para o mercado dos usados. O dono do caminhão mais antigo, provavelmente comprará um caminhão usado mais novo e, por sua vez, o proprietário desse caminhão semi-novo comprará um caminhão novo. A roda gira dessa forma. A equação é complexa e deve ser analisada com cautela. O Governo precisa ter coragem e competência para implementar e gerir um programa tão sério como é esse. Mas realmente, o estabelecimento no Brasil de uma política de renovação de frota para caminhões, já passou da hora e está muito atrasada.

 

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